NihonGO

Prepare-se para estudar muito japonês! Calma que não vai ser daquele jeito sem graça que tem por aí. Mas também não ache que vou te dar a pílula mágica do conhecimento nipônico. Pelo contrário, aprender japonês exige esforço. Mas a diversão no processo pode, e deve, ter a mesma proporção do suor. Essa é a minha proposta. Meu nome é Ricardo Cruz. Não tenho ascendência oriental, apesar de curiosamente já terem me perguntado — sou um terço italiano, um terço português e um terço espanhol, um vira-latas —, mas sou vidrado no Japão e em cultura japonesa desde que consigo me lembrar. Morei no Japão, trabalhei com tradução de mangás, fui jornalista especializado em cultura japonesa, e hoje faço parte, como único membro estrangeiro, de uma das maiores bandas japonesas que faz trilha sonora para animes e games no Japão, a JAM Project (veja mais aqui: https://www.youtube.com/watch?v=CpRiPWssQWo). Saber falar japonês me deu esse sonho de presente. O que será que dará para você? Minha paixão pelo outro lado do planeta começou da mesma maneira que a de muita gente: criança, sentado na frente da TV, assistindo heróis japoneses. No meu caso, tive a sorte de pegar o primeiro grande estouro de proporções estratosféricas de uma produção nipônica no Brasil — Jaspion, Changeman e cia. Junto com a empolgação de ver as aventuras desses justiceiros havia um fascínio na mesma intensidade pelas estranhas letras que surgiam na tela sempre que alguns personagens apareciam. Obviamente, naquela época eu nem desconfiava o que eram kanjis, hiraganá e katakaná (os alfabetos básicos da língua japonesa). O impacto foi tão grande que copiava as letras misteriosas nos cadernos da escola, e dava a elas qualquer significado que me vinha à cabeça, como se fossem meus códigos pessoais. O tempo passou e finalmente comprei um dicionário de japonês. Isso na segunda metade dos anos 90. Aprendi os dois alfabetos básicos sozinho, fuçando fitas de VHS de séries que não passavam no Brasil em lojas escuras nos cafundós da Liberdade (o bairro oriental de São Paulo). Aprender japonês para mim sempre foi uma diversão. Agora eu quero resgatar essa sensação boa, e lembrar de como revistas, séries, músicas, programas de TV, filmes e jogos podem servir de material didático para impulsionar um estudo sério de língua japonesa. Por que não usar tudo isso? Quando você cria uma ligação de interesse com o que está aprendendo, aprende muito melhor. Gera impacto, o cérebro não esquece mais. A nossa comunidade NihonGO (juro que escolhemos esse nome antes da febre Pokémon GO) veio para criar esse território divertido e lotado de cultura pop japonesa a serviço do aprendizado. Quero compartilhar com você a minha experiência de longos e incríveis 20 anos estudando e usando o japonês. Logo de cara, escrevemos um e-book com as primeiras noções do idioma, que são obrigatórias. Não contente, gravei oito vídeos que foram se transformando num Mini Curso com o mesmo propósito. Virou o parceiro do livro virtual. Temperando tudo, criamos também materiais extras, como cartões para memorização dos alfabetos e guias de escrita. Tudo com a marca NihonGO, a sua sala de aula virtual a partir de hoje para estudar japonês. Quero muito que você baixe esses conteúdos todos agora. De graça, claro. É só entrar aqui e se cadastrar: www.cursoninhongo.com.br Feito o cadastro, você confirma o seu e-mail e recebe o link para fazer os downloads. E, o mais importante, passa a fazer parte do nosso grupo. O que significa que você receberá regularmente, direto no seu e-mail, conteúdos exclusivos relacionados à língua e cultura japonesa. Os temas serão muitos. Desde maneiras de aprender melhor até entrevistas com atores de tokusatsu. O céu é o limite. Tenho certeza de que a comunidade vai crescer bastante e vamos fazer história. Quem sabe até mesmo ir ao Japão todos juntos um dia! Conto com você! NihonGOコミュニティへようこそ! Ricardo Cruz ヒカルドクルーズ